Bem após longo tempo consigo um tempinho para colocar o blog em dia, começo pela minha visão sobre a reforma do ensino médio proposta pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Um governo de coalizão que obviamente defende os interesses de seus burocratas partidários e das elites que o elegeram e representa.
A proposta colocada pelo governo estadual do rio grande do sul por intermédio a secretária da educação vem a dar continuidade e ampliar a lógica da educação formadora apenas de mão de obra para o mercado de trabalho, como já descrito na teoria do Capital Humano de Theodore Schultz.
Assim atendendo os interesses do empresariado, ao invés de, incentivar e dar apoio as proposta de uma educação de cunho popular junto as comunidades que às escolar pertencem.
Embora essa tenha o lado bom de aumento na carga horária, não foi mais amplamente discutida com a entidades de classe e movimentos sociais. Dando um ar de uma proposta “goela a baixo”.
É preciso discutir também melhor o papel da interdisciplinidade e suas implicações dentro do desenvolvimento do saber. Como ligar os conhecimentos das disciplinas sem ofuscar nenhuma? E os seminários terão suporte de professores já pressionados com uma carga horária de trabalho exessiva?
Há muitos desafios que precisam ainda ser enfrentados. E uma maior discussão sobre esses já passou da hora.
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